Economia

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O mercado cervejeiro brasileiro e mundial está cada vez mais aquecido, aqui você poderá encontrar as mais recentes notícias e estatísticas do mundo da cerveja.

Pensando em abrir um negócio cervejeiro? Corra!!!

Finalmente japonesa Kirin assume controle total da Schincariol

Written by André Costa on Friday, 04 November 2011. Posted in Economia

A Kirin Holdings anunciou em agosto a aquisição de 50,45% da Schincariol pelo equivalente a 2,56 bilhões de dólares e agora pagou aproximadamente 2,3 bilhões pelos 49,55% dos minoritários.,

Finalmente japonesa Kirin assume controle total da Schincariol

Depois do impasse, a fabricante japonesa de bebidas Kirin anunciou nesta sexta-feira que assumiu o controle total da Schincariol, a segunda maior produtora de cerveja do Brasil, após superar uma queixa apresentada por alguns membros da família do fundador da companhia brasileira.

A Kirin Holdings anunciou em agosto a aquisição de 50,45% da Schincariol pelo equivalente a 198,8 bilhões de ienes, cerca de 2,56 bilhões de dólares, no âmbito de uma política de internacionalização para compensar o declínio do mercado japonês.

A Kirin comprou na ocasião momento todas as ações que a empresa familiar Aleadri-Schinner Participações e Representações tinha na Schincariol por 2,35 bilhões de reais (1,35 bilhões de dólares, 970 milhões de euros).

A Schincariol produz marcas de cerveja como Nova Schin, Devassa Bem Loura, Glacial, Baden Baden e Eisenbahn. Além de cerveja, que representa 81,6% de seu faturamento, o grupo produz refrigerantes, sucos de fruta e água mineral.

O grupo brasileiro, que emprega 10 mil pessoas, alcançou um faturamento de 2,85 bilhões de reais em 2010, cerca de 3,739 bilhões de dólares (1,28 bilhões de euros).

Inclusão de cervejarias no Simples une parlamentares. Será que esse calvário vai acabar?

Written by André Costa on Friday, 28 October 2011. Posted in Economia

Deputados e senadores se reuniram com cervejeiros artesanais

Os produtores de cervejas artesanais brasileiros estão se mobilizando para incluir as pequenas indústrias no Simples Nacional. Um churrasco na noite de terça-feira, na residência oficial do presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT), reuniu produtores de cervejas artesanais, prefeitos, deputados estaduais, deputados federais, senadores e governo. A mobilização é para incluí-los no novo Simples Nacional. Maia pregou justiça tributária para permitir o crescimento da economia e a competitividade das empresas.

O deputado federal Jerônimo Goergen (PP), relator da Subcomissão para as Micro e Pequenas Empresas, disse que a inclusão das cervejarias artesanais no Simples "fomentaria a criação de novas empresas, com geração de mais emprego e renda".

De acordo com representantes do setor, as tributações incidentes sobre a produção de cervejas artesanais chegam a 65%, o que praticamente inviabiliza uma produção em maior escala.

O deputado federal Espiridião Amin (PP-SC), ex-governador catarinense, destacou que "sempre que existe fusão, absorção, é porque o capitalismo está doente, já que o capitalismo se baseia na competição que beneficia o consumidor".

E assinalou: "Quando a Brahma compra a Antartica e forma uma gigante chamada Ambev, depois compra a Stella e vira Inbev e depois compra a Anheuser-busch por US$ 52 milhões, pode dar a impressão que vamos ter um monopólio. Mas aí surgem marcas locais. Isso é a vitalidade da comunidade e do capitalismo. O que pudermos fazer para valorizar essa identidade, devemos fazer. Apoiar essas iniciativas, sob o ponto de vista tributário, é dever nosso."

O presidente da Frente Parlamentar Mista da Micro e Pequena empresa, deputado Pepe Vargas (PT), disse que a luta pela inserção do setor industrial de bebidas no Simples é antiga. Lembrou que quando foi editada a Lei Complementar 123, houve a tentativa da inserção da cerveja, do vinho e da cachaça no novo Simples. "Não foi possível, houve resistência principalmente da Receita Federal."

Pepe observa que "todas as vezes que discutem o tema com o governo", argumenta-se que as bebidas, no mundo inteiro, têm tratamento diferenciado para cima e não para baixo.

O coordenador da bancada gaúcha em Brasília, deputado Paulo Pimenta (PT), falou também em nome dos coordenadores de Santa Catarina e Paraná. Registrou que "houve uma mudança recente na sistemática do IPI das cervejas, que passou a ser cobrado pelo preço de venda, na prateleira do supermercado. 

Isso fez com que as cervejarias artesanais tivessem uma majoração de 700% a 800% no valor de seu IPI. Pimenta diz que a medida penaliza, de maneira indevida, os pequenos.

O presidente Associação dos Cervejeiros Artesanais do Rio Grande do Sul, Artur Witter, falou em nome do setor e disse que o movimento não é partidário. "A cerveja artesanal precisa ser incluída no Simples e logo. Não adianta deixar para o ano que vem. Até lá, as cervejarias vão estar todas quebradas. Ou a gente toma uma medida rápida e faz isso, ou não precisa mais fazer."

Witter observa que a "carga tributária das microcervejarias supera os 65% do faturamento. Deixou de ser tributo. É confisco." E pregou o resgate da indústria cervejeira regional. "No Rio Grande do Sul tinham muitas cervejarias regionais. Sabem quantas tem hoje? Nenhuma. Todas foram aniquiladas."

Prestigiado por gaúchos, encontro ocorreu na casa do presidente da Câmara, Marco Maia, em BrasíliaProjeto já recebeu emendas para favorecer o setor

A senadora Ana Amélia Lemos (PP) defendeu a ajuda a um setor que está esperando a ação parlamentar na busca da inclusão no Simples. Afirmou que foram feitas várias reuniões com o deputado Pepe Vargas (PT) e a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti (PT), e com o senador José Pimentel (PT). Para a senadora, foi Pimentel quem deu a chave. Por sugestão dele, foi retirado o regime de urgência, para a matéria tramitar na comissões, onde se colocaram as emendas relativas às microcervejarias, aos alambiques, ao setor de espumantes e aos demais segmentos que não estavam incluídos. "Foi uma sugestão inteligente, prática e viável de tratar do assunto."

Ainda a tempo, acabei de ver no Facebook, e fui conferir a reportagem que o Repórter Lauro Jardim fez na Veja. Um Absurdo, segue o Link e vamos protestar!

Cervejas no Simples Nacional, sonho meu?

Written by André Costa on Thursday, 01 September 2011. Posted in Economia

Relator muda proposta do Supersimples para garantir votação.

Cervejas no Simples Nacional, sonho meu?

A Câmara aprovou hoje (ontem) projeto de lei que reajusta em 50% as tabelas de enquadramento das micro e pequenas empresas no Simples Nacional, conhecido como Supersimples. A proposta foi aprovada a toque de caixa, apenas 16 dias depois de seu envio ao Congresso, e com a unanimidade dos votos dos deputados presentes à sessão - foram 316 votos favoráveis.

O Supersimples, que será analisado agora pelo Senado, é um regime diferenciado de tributação no qual sete impostos federais, estaduais e municipais são pagos com uma alíquota única, reduzindo os custos para as micro e pequenas empresas.

Os novos limites só serão aplicados a partir de janeiro de 2012, não tendo, portanto, efeito sobre a receita deste ano. A proposta prevê o aumento do teto da receita bruta anual das microempresas dos atuais R$ 240 mil para R$ 360 mil. No caso das pequenas empresas, passada de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões. O projeto estabelece ainda a faixa do Microempreendedor Individual, o chamado MEI, de R$ 36 mil para R$ 60 mil.

De acordo com a proposta, quem está inadimplente poderá parcelar metade de sua dívida em até 60 meses, uma medida que beneficiará cerca de 500 mil empresas, que até o início do ano estavam em débito com o Fisco e correm o risco de exclusão. O aumento de 50% de todas as faixas da tabela do Supersimples, em vigor desde 2007, foi anunciado pela presidente Dilma Rousseff no início de agosto.

O projeto aprovado hoje na Câmara estabelece também um incentivo a mais à exportação. Além do limite de R$ 3,6 milhões no mercado nacional, o empresário terá mais R$ 3,6 milhões para exportar sem se desenquadrar do regime especial. A proposta também prevê a redução, de forma escalonada, de alíquotas de impostos e com diferenças para cada setor: serviços, indústria e comércio.

É o caso, por exemplo, da faixa de R$ 180 mil do comércio, cuja alíquota cairá de 5,4% para 4%. Segundo cálculos elaborados pela assessoria parlamentar do Congresso, o impacto estimado sobre a receita federal com as novas medidas do projeto será de R$ 5,3 bilhões em 2012; R$ 5,9 bilhões em 2013, e R$ 6,5 bilhões em 2014.

Durante a votação hoje na Câmara, os partidos fecharam acordo para que os temas das emendas dos deputados sejam apresentados no Senado, onde haverá a discussão de itens como mudanças no mecanismo de substituição tributária e a inclusão de novas atividades como indústrias de aguardentes, vinhos, cervejas e licores artesanais, nesse regime tributário.

O relator do projeto Cláudio Puty (PT-PA), disse que, após acordo com os líderes, alterou seu substitutivo para garantir a votação da proposta (PLPs 591/10 e87/11), no Plenário.

Uma das mudanças feita no substitutivo, para facilitar a votação hoje (ontem), foi a retirada de novas categorias do Supersimples. A proposta permitia o enquadramento das indústrias de aguardentes, vinhos, cervejas e licores artesanais.

Portanto pessoal, ficará para o Senado aprovar ou não nosso Sonho!

Em uma ação conjunta entre AmBev e Pão de Açúcar, jovem será obrigado a apresentar RG para comprar cerveja

Written by André Costa on Thursday, 01 September 2011. Posted in Economia

Ambev e Pão de Açúcar pedirão RG a jovem que comprar cerveja

Em uma ação conjunta entre AmBev e Pão de Açúcar, jovem será obrigado a apresentar RG para comprar cerveja

A AmBev e o Grupo Pão de Açúcar anunciaram ontem parceria em programas voltados a supermercados e bares para evitar a venda de bebidas alcoólicas a menores de 18 anos. 

As iniciativas preveem a solicitação de um documento de identidade a todas as pessoas que aparentarem ter menos de 25 anos de idade no momento da compra. 

Desenvolvido pelo Pão de Açúcar, um sistema operacional que bloqueia a venda de bebidas alcoólicas após leitura do código de barras, a menos que seja inserida a data de nascimento do cliente, passou ontem a funcionar em 395 lojas da varejista nos Estados de São Paulo e Paraná. Até o final de outubro, o sistema estará disponível em todo o país. 

No caso dos bares, a parceria prevê treinamento e distribuição de kits a donos de estabelecimentos e garçons. No primeiro momento, 3,5 mil bares serão incluídos no programa, dos cerca de 1 milhão existentes no país. 

Pesquisa feita pelo portal Educacional, em 2009, revelava que, aos 15 anos de idade, 75% dos jovens brasileiros já haviam bebido álcool ao menos uma vez. 

Acho que além dessa lei, poderias ter uma outra, que incentiva o consumo consciente. Portanto, Beba Menos, Beba Melhor!

Yes, nós teremos Lúpulos!

Written by André Costa on Tuesday, 30 August 2011. Posted in Economia

A Serra Catarinense está prestes a receber um dos maiores investimentos dos últimos tempos.

Yes, nós teremos Lúpulos!

A produção de lúpulo pode alterar toda a economia da região. Trata-se da produção e fracionamento do lúpulo, uma planta de origem européia usada para fabricação de cervejas, biocombustíveis e medicamentos, por exemplo.

Uma plantação experimental de 15 hectares foi realizada em Urubici desde 2008, e segundo os técnicos, com as condições climáticas e de solo favoráveis, o resultado foi excelente, a planta tem a mesma qualidade da produzida na europa. André Vianna, Ex executivo da IBM Brasil e General Eletric, atulamente sócio Diretor da BioTec, Soluções e Inovações Agroindustriais, com sede no Rio de Janeiro, explica abaixo como está o projeto:

Confira as fases do projeto:

Agroindústria: Beneficiamento do Lúpulo – São Joaquim-SC

O Lúpulo será cultivado pelos produtores interessados na Serra Catarinense (São Joaquim,Painel, Urubici, Bom Jardim, Urupema, RioRufino,…), para realizar o beneficiamento o interesse é de instalar a AgroIndustria em São Joaquim, este planejamento não mudou e não temos interesse de mudar.

Industria de Aplicação:

Farmacêutica, BioCombustível, Bebida, Cosméticos, Química Verde, Laboratório Farmacêutico:

Produção de Fármacos – Lages-SC. A primeira industria âncora que fechamos para o desenvolvimento do Projeto é do Setor Farmacêutico, formado por um consórcio de Laboratórios Públicos e Privados aqui do Rio de Janeiro. Através de uma longa análise o conselho decidiu instalar a Indústria Farmacêutica em Lages, os principais pontos levados em questão foram: Mão-de-Obra: Curso Farmácia UDESC, Pólo Logístico: BR116,BR282, Posição Geográfica: Região Central Região Sul, Proximidade MercoSul, Aeroporto: Possibilidade de Vôos Rio/SãoPaulo, Hotéis. Usina BioCombustível: Produção de BioCombustíveis – São Joaquim-SC. É a segunda indústria âncora que fechamos para o desenvolvimento do Projeto, também formado por um consórcio Empresas do Setor de BioCombustíveis Público e Privados aqui do Rio de Janeiro. Técnicamente foi escolhida a cidade de São Joaquim, entendemos que a Área Industrial, na saída para Bom Jardim seja a ideal.

RS ou SC?: Caso o Governo de SC não tenha o interesse em desenvolver o projeto, as regiões de SJ Ausentes, SF Paula, Cambará possuem grande potencial, sendo que o Governo do RS, já mostrou interesse em implantar o projeto.

O início: No momento atual estamos com mais de 50% de possibilidades de implantar o projeto na Serra Catarinense, as comitivas do Governo de SC, já visitaram as industrias do RJ, por diversas vezes mostrando todo o interesse e apoio ao Projeto.

Quando começa: O Projeto já teve o “start-up” desde 2007, quando foi capitalizado por um grupo de investidores. Muitos Fármacos já estão em fase avançada de desenvolvimento por grupos de pesquisas do Rio de Janeiro.

Os produtores: Já temos um grupo de aproximados 40 produtores (5.000 HA) interessados em fazer parte das Cooperativas, são das mais diversas regiões da Serra (São Joaquim, Urubici, Bom Jardim, Painel, Urupema, Rio Rufino, Cruzeiro, Pericó, Panelão, Rio Pelotas, Vacas Gordas, Varre Tudo, Morro da Igreja,…).

Parcerias: Devido ao altos investimentos e a alta tecnologia em todas as fases de desenvolvimento do projeto, são formados consórcios de empresas públicas/privadas. Usualmente todo novo empreendimento no Setor de BioTecnologia é desenvolvido através de Parques Tecnológicos, que possuem empresas Públicos e Privadas integradas em PPPs. Exemplos: Desenvolvimento de Novas Sementes, Desenvolvimento de novos Fármacos, Desenvolvimento de BioCombustíveis,…

A viabilidade do Projeto: Em reunião no Ministério da Agricultura, foi confirmado que o Cultivo do Lúpulo é de interesse Nacional, já que o Brasil é um dos Cinco maiores produtores de Cerveja, consequentemente um dos maiores importadores de Lúpulo no mundo, toda vez que abrimos uma cerveja no nosso país, estamos contribuindo para a geração de empregos nos EUA, Alemanha, China,… A Visão do Projeto é realmente esta, mudarmos a dependência externa e gerarmos empregos na Serra Catarinense, que possui um Clima Europeu em pleno Território Brasileiro. Realmente Fantástico !

Com certeza a Cidade de São Joaquim terá a participação mais relevante, até mesmo devido a sua importância Climática no Cenário Nacional, porém o projeto terá que envolver outras Cidades Serranas que tiverem quesitos técnicos adequados. Por critérios de Responsabilidade Social da Empresa, temos que avaliar também os pequenos produtores mais afastados como de Painel, de Urupema, de Rio Rufino,…

"Estamos abertos para trabalhar com todos os produtores que acreditem no Projeto, e acima de tudo que também acreditem em todo o potencial que a Serra Catarinense tem a oferecer para o Brasil."

As variedades que serão produzidas inicialmente são as variedades específicas para fabricação de medicamentos, posteriormente virão outras variedades como as americanas Sterling e Cascade, as alemãs Hallertauer Taurus e Hallertau Tradition, e a tcheca Saazer. Outras variedades que serão aplicadas na industria cervejeira: as inglesas Fuggle e Goldings. E ainda as americanas Crystal e East Kent Golding, a inglesa Bramling Cross e a neolandesa Nelson Sauvin.